História (parte 2)
No início de 1900 eram usados chapéus enormes e enfeitados com flores, penas, fitas e tule. Em meados dos anos 1920 deu-se o grande boom dos chapéus. O cabelo das mulheres tinha-se tornado muito mais curto, e as Cloches imperavam. Estas abraçavam a cabeça como um capacete com uma muito pequena aba. Depois da primeira grande guerra houve uma proliferação de estilos e materiais e muitas mulheres tiveram de recorrer ao aconselhamento dos chapeleiros.

Nas décadas de 1930 a 1950 Nova York, com os seus muitos imigrantes europeus tinha-se tornado a líder mundial em chapelaria. As lojas da Fifth Avenue, de Henri Bendel e de Bergdorf Goodman, lideraram o caminho com o seu próprio trabalho chapelaria.
Durante a década de 1930 e 40 a tendência foi para chapéus a terem mais copa e menos aba.
Na década de 1960 as perucas e cabeleireiros que coloriam e penteavam as mulheres com penteados exóticos e esculturais.
No entanto, na década de 1980 e 90, houve um ressurgimento do interesse das mulheres na chapelaria. Isto foi provocado, em grande medida, por figuras públicas, músicos e artistas.

Muitos designers têm surgido com novos chapéu, o que levou a que os anos 90 fossem um período muito inovador para a indústria de chapéus.
Desde a sua invenção, os chapéus foram entrando e saindo de moda assim como o estatuto associados a estes. Contudo, o uso de chapéus, como todos os acessórios de moda podem ser usados como símbolos, parte integrante do uniforme, “fashion statements”, demonstração de apoio a uma equipa ou protecção para a cabeça.
Há ainda, e provavelmente sempre haverá, dois estilos básicos - aba e sem aba - e duas formas básicas - bonés e chapéus. Os chapeleiros usam estas duas formas e com a ajuda de muitos acabamentos e detalhes é possível criar uma interminável série de chapéus para homens e mulheres. |